O número de instituições credenciadas a oferecer a Educação a Distância cresceu nos últimos anos de forma significativa. Em 2001, apenas 5.359 estudantes estavam matriculados na modalidade de cursos a distância. Uma década depois, as matrículas nesse tipo de graduação aumentaram 170 vezes, chegando a 930.179 segundo o Censo da Educação Superior 2010, divulgado nesta segunda-feira (14/11/2011) pelo Ministério da Educação. No Estado do Rio Grande do Sul, o número de vagas abertas para essa modalidade de ensino passou de 45.116 em 1991 para 126.537 em 2007, conforme divulgação do INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira).
Mas apesar desse crescimento, alguns descredenciamentos acabam ocorrendo como forma de efetivar o controle da qualidade da educação, a exemplo do que ocorreu recentemente na Universidade Luterana do Brasil.
http://www.educacaoadistancia.blog.br/mec-descredencia-198-polos-de-ensino-a-distancia/comment-page-3/#comment-21388
Assim, não só a qualidade da Educação a Distância deve ser questionada e controlada, como também devem ser efetivados mecanismos de inclusão social e digital através de políticas públicas, pois a grande maioria dos brasileiros ainda não possui acesso às novas tecnologias de comunicação.
http://www.educacaoadistancia.blog.br/ensino-a-distancia-cresce-rapido-com-qualidade-questionada/#respond
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